Renovação de parque
Equipamentos substituídos precisam sair da operação sem perder o vínculo com origem, dados e decisão de destino.

SRV · ITAD
Gestão do ciclo de vida
ITAD organiza a desmobilização de equipamentos de TI como um processo único: entender o lote, planejar a custódia, tratar os dados e registrar o destino definido para cada grupo de ativos.
Quando faz sentido
Equipamentos substituídos precisam sair da operação sem perder o vínculo com origem, dados e decisão de destino.
Prazos, acessos e volumes exigem um plano de retirada compatível com o ambiente da empresa.
Materiais mistos precisam de triagem antes de separar possibilidades de reuso, recuperação e reciclagem.
Matriz de responsabilidade
Cada controle existe para deixar uma decisão verificável no processo.
Dados permanecem em mídias e equipamentos fora de uso.
Identificar o lote e definir o tratamento de dados antes da destinação física.
Registro do tratamento previsto no escopo e vinculado ao processo.
A retirada rompe a responsabilidade entre origem, transporte e recebimento.
Planejar acondicionamento, acesso e transferência de custódia.
Histórico das movimentações relevantes do lote.
Valor recuperável e materiais recicláveis seguem para o mesmo destino.
Realizar triagem técnica conforme tipo, condição e viabilidade.
Decisão de destino consolidada no encerramento da operação.
Sequência operacional
Reunir origem, volume, localização e motivo da desmobilização.
Definir escopo, responsabilidades, coleta e critérios de tratamento.
Retirar e receber o lote com os registros acordados.
Separar decisões sobre dados, condição técnica e destino físico.
Consolidar histórico e evidências previstas para a operação.
Informações de entrada
A composição do lote orienta a operação. Informe também acessórios, mídias e condições especiais de retirada.
Perguntas frequentes
Próximo movimento
Tipo de equipamento, quantidade aproximada, cidade, fotos e planilhas ajudam a equipe a avaliar o caminho.