Escritórios e operações
Equipamentos distribuídos por salas, depósitos ou áreas técnicas exigem sequência e responsáveis definidos.

SRV · LR
Coleta e logística reversa
A retirada é tratada como parte do processo, não como um frete isolado. A BEMJ organiza informações do lote, acesso ao local, acondicionamento e transferência para que o material chegue à triagem com contexto preservado.
Quando faz sentido
Equipamentos distribuídos por salas, depósitos ou áreas técnicas exigem sequência e responsáveis definidos.
Caixas, racks, monitores e unidades soltas precisam ser descritos para dimensionar a retirada.
Janelas de coleta, docas, elevadores e regras locais entram no planejamento antes do deslocamento.
Matriz de responsabilidade
Cada controle existe para deixar uma decisão verificável no processo.
O volume real não corresponde ao informado e inviabiliza a retirada.
Confirmar tipos, quantidades, fotos e condições de acesso.
Escopo de coleta alinhado antes do agendamento.
O lote perde sua identificação durante o transporte.
Relacionar origem, acondicionamento e recebimento na transferência.
Registro das movimentações relevantes da custódia.
A coleta acontece sem decisão sobre o tratamento posterior.
Conectar retirada, triagem, dados e destino no mesmo processo.
Histórico do lote até o encerramento previsto.
Sequência operacional
Informar material, volume aproximado, endereço e restrições.
Confirmar viabilidade e informações que afetam a operação.
Definir data, acesso, acondicionamento e responsabilidades.
Executar a retirada e registrar a transferência do lote.
Direcionar o material para triagem e tratamento acordados.
Informações de entrada
Uma boa estimativa evita improviso no local e permite avaliar a operação antes do agendamento.
Perguntas frequentes
Próximo movimento
Tipo de equipamento, quantidade aproximada, cidade, fotos e planilhas ajudam a equipe a avaliar o caminho.